
Pense no seguinte, caro(a) leitor(a). A ciência, ou o que se entende por ciência hoje - a instituição científica -, pretende-se a ubíqua e certa em qualquer dos diagnósticos que lança. Mais ainda: ela, além de certa, é, em determinados casos, pedante.
Depois do que vimos em New Orleans, e aqui mais próximo em Blumenau, SC, temos agora uma certeza científica de que a ciência não está dando conta de previsões climáticas. Isso sendo preciso, como a ciência demanda.
No entanto, ultrapassando esse foco no objeto que a ciência tanto preza hoje em dia, será que essa mesma observação das variações climáticas no nosso planeta não demonstra uma incapacidade do ser humano atual, o de hoje em dia, o historicizado cientista nascido a partir da década de 50, em dar para a humanidade uma previsão prolongada de nossa vida.
Sim - de nossa vida. Imaginem vocês que, se a ciência não consegue prever uma chuva que pode acabar com milhares de moradias e casas em determinada geografia, será que ela conseguriria prever um meteoro que esteja vindo se chocar a nosso planeta chamado Terra? Imaginem - se a ciência não consegue ver coisas na própria terra, ou Terra, ela teria a capacidade de olhar para além do infinito e prever o que vai acontecer daqui a dois dias?
Das duas uma. Ou ela tem essas previsões e não anuncia, algo que duvido muito, ou ela não consegue prever nada em sua pretensão pedante e extremamente ineficaz, nos casos de previsões naturais.
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