
Na REDE GLOBO DE TELEVISÃO houve uma pequena matéria sobre a movimentação dos estudantes nas ruas de Paris. Quem estava lá era um repórter conhecido mas que me recuso a colocar o nome aqui porque vou recitar coisas a respeito dele que, acho, ninguém gostaria de ouvir.
O reporterzinho não disse qual era a lei do primeiro emprego. Mas chamou alguns estudantes de BADERNEIROS. Esta é a palavra. BADERNEIROS. A palavra vomitada pela escória imbecil brasileira engravatada, que julga ser melhor que qualquer mendigo ou cachorro leproso que sorri pelas ruas. Essa escória safada, de gente negligente e ladra, além de ser cidadãos de bem que prezam pela sua segurança e odeiam violência, ama – eu disse AMA dinheiro, mandar e explorar. Eles AMAM chamar conflitos sociais de falta de diálogo. Acham que quem ateou fogo em uma banca de revista não foram estudantes, mas sim os tais BADERNEIROS.
Pois. Eu não sou baderneiro. Nunca ateei fogo numa banca de revista. Mas se visse aquele repórter na rua certamente daria um SOCO no meio da fuça daquele negligente safado. Ele é um Sangue-suga, um vampiro de capitais, um playboyzinho sem cérebro, um, no final das contas, BADERNEIRO, só que pra o outro lado – o lado da elite que quer se segurar com seus bens e gravatas. Sabe qual foi a baderna dele? Entrar no meio da manifestação e falar no microfone com voz de medo: “os estudantes jogavam garrafas e pedras, aquilo que achavam na frente (...)” Como pode, senhor cidadão que lê... como pode o imbecil estar dentro da manifestação e falar no passado? Pior: como pode ele chamar de baderna aquilo que ele nem sequer explicou ser?
Como eu já disse: daria um soco pra quebrar os dentes de um jornalista escroto (uma pequena redundância, generalizando) como este da GLOBO. Só pela baderna que ele cria na cabeça dos Homer Simpsons (como classifica o outro imbecil que apresenta o jornal) que o assiste.
O reporterzinho não disse qual era a lei do primeiro emprego. Mas chamou alguns estudantes de BADERNEIROS. Esta é a palavra. BADERNEIROS. A palavra vomitada pela escória imbecil brasileira engravatada, que julga ser melhor que qualquer mendigo ou cachorro leproso que sorri pelas ruas. Essa escória safada, de gente negligente e ladra, além de ser cidadãos de bem que prezam pela sua segurança e odeiam violência, ama – eu disse AMA dinheiro, mandar e explorar. Eles AMAM chamar conflitos sociais de falta de diálogo. Acham que quem ateou fogo em uma banca de revista não foram estudantes, mas sim os tais BADERNEIROS.
Pois. Eu não sou baderneiro. Nunca ateei fogo numa banca de revista. Mas se visse aquele repórter na rua certamente daria um SOCO no meio da fuça daquele negligente safado. Ele é um Sangue-suga, um vampiro de capitais, um playboyzinho sem cérebro, um, no final das contas, BADERNEIRO, só que pra o outro lado – o lado da elite que quer se segurar com seus bens e gravatas. Sabe qual foi a baderna dele? Entrar no meio da manifestação e falar no microfone com voz de medo: “os estudantes jogavam garrafas e pedras, aquilo que achavam na frente (...)” Como pode, senhor cidadão que lê... como pode o imbecil estar dentro da manifestação e falar no passado? Pior: como pode ele chamar de baderna aquilo que ele nem sequer explicou ser?
Como eu já disse: daria um soco pra quebrar os dentes de um jornalista escroto (uma pequena redundância, generalizando) como este da GLOBO. Só pela baderna que ele cria na cabeça dos Homer Simpsons (como classifica o outro imbecil que apresenta o jornal) que o assiste.
Comentários
Paris para mi esta lá longe,
Mas goto de aquela gente (com a qual convivi durante 34 anos, e onde ainda tenho muitos amigos e aqmigas) que se a levanta contra os que á governam quando esses querem lhe tirar o já adquiridos, mas é pena ser por vezes a violência, gostava que agarrassem um exemplo que já fez historia, como o de Mahatma Gandhi, e que se assentassem diante do ministério e com uma tal multidão de estudantes bloqueavam a cidade e isso penso que ainda lhe fazia mais mal, e assim não tinham por onde pegar…
Passa um bom dia de sol…..